domingo, 4 de setembro de 2016

GLADIADORES PELADOS, NAKED SPARTACUS MEN



GLADIADORES PELADOS

Sexo na Roma clássica tinha três limitações: o adultério, incesto e o escândalo público. A homossexualidade, livre do conceito de pecado trazida pelo cristianismo não era desaprovada. Os gays ativos eram os mais respeitados na sociedade romana, que, por ser muito machista, fazia da identidade masculina o mais elevado grau de consideração social. Para sentir-se homem patrício (master) eles não deviam ser penetrados, mas tomavam parte no sexo como ativos. Quando se queria ter um papel submisso devia ser na mais estrita privacidade não podendo expor à conversas. 




A condição sexual do que hoje entendemos como "homossexual" ou "gay" só era dada ao homem que assumia um papel ativo. A passividade no sexo entre homens era reservada a escravos ou a adolescentes. Um homem respeitável devia ter um papel ativo nas relações homossexuais, não há evidências históricas de que os homens mais velhos preferissem o papel passivo. Os romanos acreditavam que somente o participante ativo tinha prazer na relação sexual. O cidadão devia deixar a penetração para uma pessoa com estigma social que eram considerado como impudicus.









Os escravos, que não eram protegidos por lei ou que eram submetido às exigências sexuais de seus proprietários, vinham principalmente de áreas como Alexandria e do Oriente. Havia, no entanto, alguns proprietários que se apaixonavam por seus jovens amantes e dedicavam os epitáfios de seus túmulos ao louvor de seu amor. Porém, a lesbianidade era considerada uma aberração. A única série de TV que trata das relações homossexuais assumidas na cidade romana de Capua em 73 aC, é Spartacus. Ela gira em torno da vida dura em um ludus, ou escola de gladiadores. Na trilogia: "Sangue e Areia", "Deuses da Arena" e "Vengeance". Somos capazes de recriar belos corpos nus com características masculinas como um cabelo mal cortado falando sobre pênis e penetrações com cenas explícitas de sexo gay. É claro que a maioria dos personagens retratados eram escravos e quando um se tornava 'campeão' ou o favorito do 'mestre' (mestre e dono da casa) conseguia uma vitória, era recompensado com favores: comida, vinho em abundância, e acima de tudo, com o sexo (masculino e feminino, dependendo da preferência). E até mesmo as relações homossexuais entre gladiadores eram autorizadas pelo proprietário. Podemos ver o romance sensual entre Barca, cartagiano e o gladiador Auctus, mas como a vida no ludus era bastante dura, o romance termina com a morte de Auctus. Barca recompõe a perda nos braços de Pietro, um escravo de Batiatus muito mais jovem que ele. Barca, interpretado pelo ator Antonio Te Maioha é um gladiador forte que todos apreciam. Em Batiatus, ele fica mais confiante sobre sua segurança pessoal, oque elimina qualquer dúvida sobre homofobia na trama. Apesar de ser um guerreiro temível, Barca mostra grande sensibilidade com Pietro e com sua coleção de pássaros. Eles vivem seu amor abertamente perante os outros gladiadores e planejam comprar suas liberdades. Com os benefícios da luta Barca planeja se aposentar para cuidar de seus pássaros. Mas seus planos dão errado. Ashur (Nick Tarabay), ex-gladiador sírio informa a Crixus que Barca deixou vivo o filho de um de seus inimigos, o que lhe custa a morte. Pietro não sabendo que Barça morrera, pensa ter sido deixado. Gnaeus, outro gladiador, abusa de Pietro já que ele não tem mais seu escudo, e, finalmente, o jovem se enforca. Antes da tragédia, Spartacus (interpretado pelo falecido ator Andy Whitfield) joga Gnaeus do penhasco. Spartacus, protagonista hetero da série, toma partido em favor de um casal gay na trama. A terceira parte da série, Spartacus Vengeance, também tem seu casal gay de gladiadores. São eles: Agron e Nasir.

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