segunda-feira, 29 de agosto de 2016

NAKED NATIVE MEN, NAKED ETHNIC MEN, NATIVOS GOSTOSOS


O cenário é perfeito. Uma brisa agradável que permanece durante toda a noite, uma vegetação exuberante e a pele bronzeada dos inúmeros corpos nus. O caminhar exótico das meninas e os homens com corpos bem definidos; corpos que se misturam na discoteca "Piriti". A música eleva a temperatura no recinto, enquanto as meninas dançam com extrema sensualidade. Eles se olham. Sorriem, se tocam. Depois de muitas horas, o álcool faz esquecer qualquer inibição. Vão juntos. Pode ser a casa, o carro, a praia ou qualquer lugar onde as sombras se tornem cúmplices de seus corpos nus.

"A ideia é ter Mahera (contacto sexual) e oti (final) rápido ... É uma noite excitante", diz um adolescente Rapanui que transpira energia e exala hormônios. 

Liberal, machista e desinibido. Para os habitantes da Ilha de Páscoa, não existem formalidades nem lugar para a indireta. No chamado "Umbigo do Mundo", não há limites ou barreiras, a não ser as formadas pela geografia acidentada.

Por isso, não é de se estranhar a naturalidade com que encaram o sexo. "Eu tenho uma namorada que já esteve como três homens chilenos, mas eu não me importo ... às vezes eu me porto mal também", diz Juan de 16 anos.

Ao lado dele, seu irmão Joseph 17 anos, que faz distinções nítidas entre jovens rapanuis e os do ocidente. "Aqui ninguém 'seduz' como lá. Se alguém gosta de uma mulher que ele diz isso e ponto. Se ela concorda em fazer sexo, isso é problema dela, mas não pode dizer depois que foi obrigada ou não sabia. As turistas são os mais desejáveis ​​porque vêm, se envolvem com qualquer um e se vão", diz ele.

A ilha de Páscoa não é só uma porta aberta para o turismo mas também para as doenças da humanidade. Ela também abre suas fronteiras para as doenças sexualmente transmissíveis, dentre elas o HIV. Recentemente um trabalho de prevenção e aconselhamento tem sido feito pelo governo chileno na ilha. A iniciativa, mesmo com a difícil aceitação por parte dos nativos, tem tido bons resultados. Nenhum nativo foi diagnosticado com a doença no último ano, entretanto, dois homens faleceram por causa de um vírus "desconhecido," em tempos passados.

Na ilha vivem 4000 habitantes. Mas no verão chega a ter 40 mil turistas. Um registro que, embora seja bem visto pelos Rapanuis, preocupa as autoridades de saúde por causa da chegada de algumas doenças na área.











PARTICIPANTE DA ILHA DE PÁSCOA NO POGRAMA CHILENO "FIEBRE  DE BAILE"


video


</






OS NATIVOS 


video

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Deixe o seu comentáio----Leave your comment